Azul e branco a vida inteira: amor pelo CSA é transmitido de mãe para filhos

por: Jean Nascimento | 09 - Mai - 2021

foto: Arquivo Pessoal

O amor pelo CSA é inexplicável. Torna-se um estilo de vida, um elo entre mães e filhos, uma ligação inquebrável e a paixão de ver o Maior clube de Alagoas jogar é algo que aproxima ainda mais as famílias.

O dia 9 de maio de 2021 é marcado pelo Dia das Mães e é sempre celebrado no segundo domingo deste mês no Brasil. A data tem origem na Grécia Antiga e passou a ser comemorado em nosso país no ano de 1918. Em 1932, o dia passou a ser oficialmente celebrado por autorização do então presidente da República Getúlio Vargas. 

A relação entre filhos e mães tem como principal característica o amor. É um elo. Como parte desta ponte, a mãe passa às suas futuras gerações diversos sentimentos, entre eles o amor pelo clube do seu coração. Com o Maior de Alagoas não é diferente. 

Filha de Edileuza Ferreira, Elayne Santos de 19 anos, conta que o amor de sua mãe pelo Azulão a inspirou a torcer pelo clube e o fez se tornar o segundo grande amor da sua vida. ”O amor pelo CSA é uma herança da minha família, meu avô passou para minha mãe e ela passou para mim. Desde muito nova eu me identificava com o CSA, amava o CSA. No começo, era muito difícil acompanhar o time por vários motivos, inclusive minha mãe tinha medo de me levar ao estádio. Quando fui realmente crescendo eu quis estar mais perto do clube”.

”Foi aí então que passei a insistir com minha mãe para me levar aos jogos. Inicialmente ela bloqueou isto, não queria me levar. Até que chegou a final da Série D em 2016 entre CSA e Volta Redonda. Eu sentia que faltava algo para reacender o meu amor pelo clube e foi este jogo que fez isso acontecer”.

”Naquele dia, ela me levou e ao chegar no Rei Pelé eu senti que ali era o meu lugar. Me sentia bem lá e pude reaquecer a paixão pelo time do meu coração. Foi uma alegria imensa”, contou a azulina.

No caminho inverso, Jirleide Gomes, foi a responsável por ensinar aos dois filhos, Gabriel e Victoria, o que é ser CSA. “Minha paixão pelo CSA iniciou quando passei a acompanhar meu esposo nos jogos. Sócios desde 2004, nós acompanhamos toda a história do clube desde rebaixamentos aos acessos. Após o nascimento de meus filhos, nossa principal diversão familiar era ver o CSA”.

”Tive muitos momentos difíceis com meus filhos, mas também vivi muitas coisas boas. A principal delas e que guardo para sempre foi ser campeã brasileira em 2017 e ter meus filhos ao meu lado na arquibancada. Foi a melhor sensação que tive na vida”, comentou Jirleide.

Assim como em alguns casos de torcedoras, Elaynne foi muito criticada por amar incondicionalmente o CSA. ”Sempre recebi críticas por amar o CSA, por não medir esforços para estar perto dele. Nas quartas de final da Série C contra a Tombense, fiquei 7 horas na fila com minha mãe para comprar os ingressos do jogo. Fui chamada de louca. Mas nenhuma crítica me derrubou. Sou grata ao CSA, pois, eu e minha mãe nos aproximamos bastante e temos uma ligação muito forte devido ao amor que ela me ensinou a ter por este clube. Sempre assistimos jogos juntas e para onde vamos carregamos o CSA seja em roupas ou acessórios”, disse.

Como prova dessa ligação entre mãe, filha e CSA, Elaynne se diz muito agradecida a Deus. ”O CSA é tudo pra mim, é o amor da minha vida. E que bom que tenho minha mãe ao meu lado me acompanhando, ela entende pois ela também sente o mesmo amor que sinto pelo clube. Cada jogo ao lado dela é único!”.

”Primeiro agradeço a Deus por me permitir amar o CSA e também a minha mãe por ter aquecido o meu coração, ela quem me deu a oportunidade de ir ao estádio e cultivar este amor. Se eu sou azulina como sou hoje, é por que minha mãe me fez assim”, emendou a torcedora do Azulão.

Além do título da Série C, Jirleide guarda ainda outra boa lembrança vivenciada ao lado dos filhos. ”Comemoramos vários títulos alagoanos e, além disso, algo que me emocionou muito foi comemorar o acesso à Série A no Mutange com minha família. Foi incrível. Eu e meus filhos também estamos sempre marcando presença nos aniversários do clube e é uma herança que tenho muito orgulho de deixar para meus filhos: amar o Azulão para o resto da vida!”, finalizou a matriarca.
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